Crítica: Doutor Estranho

Lançamento: 2 de novembro de 2016 (2H 55M)

Direção: Scott Derrickson

Nacionalidade: USA

Finalmente fui assistir ao filme 'Doutor Estranho', e me encantei por um personagem que muitos, como eu, não devem conhecer muito bem por ser o menos famoso da Marvel. O universo cinematográfico conseguiu entregar ao público um grande herói que pode vir a ser um dos maiores da Marvel.

Cheio de elementos novos, as cenas vão desde um prédio inteiro se abrindo ao meio, se desconstruindo de várias maneiras fisicamente impossíveis, da pausa no tempo, do seu avanço a reviver toda aquela cena milhares de vezes.


Tudo começa quando somos apresentados ao Doutor Stephen Strange (Benedict Cumberbatch), um médico profissional, que é também o melhor de sua área e tem total consciência disso. O neurocirurgião passa os dias esnobando colegas e recusando casos que não sejam verdadeiramente desafiadores para que sua ficha não seja "suja".

Depois de sofrer um acidente na estrada Stephen acaba perdendo o movimento das mãos, seu mais precioso instrumento de trabalho o que o impossibilita de continuar fazendo suas incríveis cirurgias, depois de gastar quase todo seu dinheiro com cirurgias para tentar recuperar seus movimentos em 100% o Doutor acaba descobrindo que um ex paciente milagrosamente voltou a andar depois de ter ido a Catmandu, no Nepal, e Stephan parti em busca deste milagre.

Nesta ida ao Nepal o Doutor Estranho descobre dimensões paralelas e pessoas capazes de mudar regras que ele tinha como certas: gravidade, impenetrabilidade, lógica, medicina. Ele começa a questionar tudo e aprende a ver que há muitos elementos além do que poderia conhecer.

Eu fiquei bem hipnotizada com o filme todo, afinal, é algo novo que estão investindo e já boto fé. Me encantei por todo o elenco, principalmente por Benedict e Tilda Swinton (a Ansiã que irá ensinar muitas coisas ao Doutor Estrando durante sua passagem por Catmandu), e até mesmo de Hannibal (Mads Mikkelsen). O que me decepcionou bastante foi o vilão principal, que não passou crueldade alguma na forma, nem em ações.Estamos precisando de super vilões na Marvel.

Tem a participação especial de Stan Lee, como sempre, né? Não pode faltar. E duas cenas pós-créditos, uma no meio e outra no final dos créditos. Não saia da sala antes de ver. Assista, vale a pena. Apesar de achar que já vai sair do cinema e que em 3D seria bem melhor.

NOTA:

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